quinta-feira, 11 de agosto de 2011

É A BESTA!: 'Ex-namorada brasileira quer US$ 50 milhões de véi multimilionário'
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A ex-namorada brasileira do empresário e megainvestidor George Soros apresentou um processo em Nova York contra o multimilionário, em que reivindica US$ 50 milhões por ele ter presenteado outra mulher com um apartamento em Manhattan, além de acusá-lo de agressão.

Adriana Ferreyr, de 28 anos e conhecida por sua participação na telenovela "Marisol", disse que Soros, de 80 anos, lhe prometeu uma casa quando ainda estavam saindo juntos, mas mudou de opinião após a ruptura e presenteou outra mulher, confirmaram à Agência Efe fontes judiciais.

A atriz e atual estudante da Universidade de Columbia em Nova York também declarou nos documentos judiciais, publicados nesta quinta-feira pelo jornal "New York Post", que o filantropo inclusive a agrediu quando, após uma breve reconciliação, estavam discutindo o assunto na cama.

Adriana e Soros se conheceram em 2006 e mantiveram uma relação sentimental até que, segundo a litigante, o multimilionário decidiu romper com ela. No início do ano houve uma reconciliação entre ambos, e após uma noite romântica, o octogenário disse que havia decidido entregar a outra mulher um apartamento em Manhattan.

"Quando ainda estavam na cama, Soros esbofeteou Adriana e depois pôs as mãos em seu pescoço para tentar estrangulá-la", informou os autos do processo reproduzidos pelo jornal nova-iorquino.

De acordo com a denúncia, o multimilionário jogou um abajur na brasileira, mas o objeto caiu no chão, deixando vidros quebrados no chão que teriam cortado o pé da atriz.

O advogado de Soros, William Zabel, qualificou o processo de "frívolo" em declarações ao mesmo jornal e considerou que a denúncia está "cheia de acusações falsas e é obviamente uma tentativa de extorquir meu cliente, que é um homem muito rico".

"George Soros não esbofeteou, nem tentou estrangulá-la nem jogou um abajur", declarou o advogado, acrescentado que a Polícia de Nova York averiguou a suposta agressão e concluiu que não aconteceu nada.

O americano de origem húngara é um dos homens mais ricos do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 14,5 bilhões, segundo a revista "Forbes".


 
Joãozin, uma Jóia rara!
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Abestado diz que Câmara dos Deputados é fábrica de loucos
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Tiririca ao lado do editor do queridinho da região, na Câmara Federal
 
O deputado Tiririca (PR-SP), na Câmara conhecido oficialmente como Francisco Everardo Oliveira Filho, fez uma avaliação no mínimo curiosa sobre o que é a Casa e o trabalho de um parlamentar. “Uma fábrica de loucos. Um deputado fala e nenhum presta atenção nele”, disse em entrevista à Folha de S.Paulo, publicada nesta quinta-feira, 11.

Depois de oito meses de mandato, Tiririca tenta responder o que um deputado faz, mote da sua campanha eleitoral. Depois de ser o garoto-propaganda do PR e dizer ter aprendido que “deputado federal não pode empregar sua família”, ele falou sobre a rotina de um parlamentar. “É uma pessoa que trabalha muito e produz muito pouco.”

Membro do mesmo partido alvo da faxina da presidente Dilma Rousseff em uma estatal do Ministério dos Transportes, Tiririca disse que os escândalos recentes não o atingiram. “As pessoas sabem que não temos nada a ver com isso”, afirmou.
 
Foto do dia...

Ricardo diz que não existe nada de tensão entre os poderes
 
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A foto acima é de Assueiro Lima, do jornal Correio da Paraíba. Foi tirada durante entrevista que o governador Ricardo Coutinho concedeu nesta quinta-feira (11), ao programa Correio Debate, da 98 FM. Ricardo garantiu que o clima entre os poderes está pacificado e negou que haja tensão em função do comportamento do duodécimo e revelou os bastidores das reuniões interpoderes.


 
Bancada do DEM é solidária a João Henrique e aceita deixar comissões
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A bancada do DEM na Assembléia Legislativa da Paraíba está solidária ao deputado João Henrique (DEM), que foi preterido pelo governo na disputa com Adriano Galdino (PSB) para presidir a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da AL. Na manhã desta quinta, o líder do governo e do bloco de partidos da situação, Hervásio Bezerra (PSDB), indicou Galdino como membro titular da CCJ, que consequentemente será conduzido ao cargo de presidente da Comissão.

O fato irritou João Henrique, que entende que a vaga deveria ficar com o seu partido, O DEM. O impasse em torno da presidência da Comissão começou, quando o então presidente Lindolfo Pires, do DEM, foi convidado pelo governador Ricardo Coutinho (PSB) para ser o secretário Chefe do Governo do Estado.

Após a decisão de Hervásio, João Henrique ocupou a Tribuna da AL e manifestou sua revolta. O deputado apresentou um requerimento sugerindo que os deputados do DEM deixem todas as comissões da Casa de Epitácio Pessoa.

“Considero uma violência muito grande com o maior partido da base aliada. Se o DEM não tem capacidade para compor a CCJ, então não serve para nenhuma das comissões”, destacou.

O requerimento de João Henrique foi subscrito pelos demais deputados do DEM. Os deputados Zé Aldemir e Domiciano Cabral disseram que são totalmente solidários a postura de João, que é líder do partido na AL.

Domiciano lamentou o fato de o DEM não ter ficado sequer com uma vaga na CCJ. “Apoio totalmente a postura do meu líder. O pior é que não ficamos sequer na Comissão”, disse.

João Henrique acrescentou que a decisão da bancada foi comunicada a direção estadual do partido. Mas, apesar da revolta, o deputado disse que não irá romper com o governo.

Com relação ao fato do DEM não ter ficado sequer na comissão, o deputado disse que “o desapreço do governo foi com o partido e não com ele”. O PSB ficou com duas cadeiras na CCJ e o DEM sem nenhuma.

“O desapreço do governo foi com o partido e não comigo, pois nas reuniões deixei claro que abriria mão da presidência da Comissão em favor de outro deputado democrata”, revelou.


 
Abertas inscrições para Francês Básico na UFCG em Sumé
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O Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido, Campus Sumé da Universidade Federal de Campina Grande abriu inscrições para o curso de extensão em Francês Básico, Módulo 1 até a próxima quarta-feira (17).

Os interessados deverão preencher a ficha de inscrição (disponível no endereço: http://migre.me/5tvca) e entregar na Gerência de Assuntos Estudantis (nas dependências do Campus). São oferecidas 20 vagas para toda comunidade.

O início do curso está previsto para a própria quarta-feira. As aulas serão ministradas das 18h30min às 21h30min. O material didático para o curso encontra-se disponível na Locadora Cariri (locadora de Bárbara).


 
Prefeita de Monteiro entrega computadores a estudantes
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Um estudante de escola municipal numa cidade de interior, receber um computador portátil, top de linha, para, através dele, fazer suas pesquisas, ampliar conhecimentos e melhorar seus estudos, até pouco tempo parecia um sonho quase impossível. Em Monteiro, a partir de hoje, é uma realidade e representa mais uma conquista histórica.

A entrega de 100 computadores portáteis, tipo lap top, foi feita na manhã desta quinta-feira, 11, pela prefeita Edna Henrique, na Escola Tiradentes.

“Hoje sinto orgulho de estudar numa escola municipal aqui em Monteiro. Temos bons professores, carteiras novas, fardamento, merenda, transporte, material didático e até lap tops. Estou muito feliz”, comentou uma aluna.

A secretária de Educação, Ana Lima, informou que nesta primeira etapa receberam lap tops, estudantes das escolas urbanas. “A próxima etapa estará contemplando estudantes das escolas rurais e a prefeita já autorizou a aquisição dos computadores”, comentou a secretária.



 



 
Recurso da Marcos Inácio sobre prazo do indeferimento de benefício social prevalece na TNU
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FOTO: Nelson Tôrres, Marcos Inácio, George Neves

Não há necessidade de indeferimento do INSS – Instituto Nacional de Seguridade Social – em prazo menor de dois anos para que o Judiciário seja acionado a fim de determinar a concessão de benefício assistencial.

A decisão, por unanimidade, é da Turma Nacional de Uniformização, depois de recurso impetrado pela Marcos Inácio Advocacia.

No caso julgado, o juiz federal, em primeiro grau, havia decidido pela extinção do processo sem a resolução do mérito – negar ou atender ao pedido do autor -, por entender que após dois anos do indeferimento da concessão do benefício não haveria mais como ser admitida ação judicial com base na decisão do INSS, em razão da ausência do interesse de agir, condição exigida para se propor uma demanda na Justiça.

Na prática, o entendimento alongava o tempo de espera para o requerente conquistar o benefício, visto que tinha de recorrer novamente ao INSS para, se negada a concessão, ingressar na Justiça.

O relator do processo na Turma Nacional de Uniformização, Juiz Federal Paulo Arena, ressaltou que a decisão da Justiça Federal, na Paraíba, divergia de entendimento pacificado no STJ – Superior Tribunal de Justiça -. Ele ponderou que não cabe ao julgador restringir direitos com fundamento na analogia, ou seja, não poderia utilizar-se do prazo do art. 21 da Lei 8.742/93 para criar um novo prazo para ajuizamento da ação, mencionando que a questão do prévio requerimento administrativo está afetada pela repercussão geral no STF decretada no RE 631640-PE, de relatoria do Ministro Joaquim Barbosa.

O processo foi anulado para que seja dada continuidade à demanda, afetando a todos os recursos em tramitação que tratam da mesma matéria, para que sejam adequados à decisão da TNU. O advogado paraibano Nelson Tôrres esteve no julgamento em Brasília e fez as alegações orais antes do julgamento.

TNU
Compete à Turma Nacional processar e julgar o incidente de uniformização de interpretação de lei federal em questões de direito material fundado em divergência entre decisões de turmas recursais de diferentes regiões ou em face de decisão de uma turma recursal proferida em contrariedade à súmula ou jurisprudência dominante do Superior Tribunal de Justiça.

Compõem a Turma Nacional 10 juízes federais provenientes das turmas recursais dos juizados, sendo 2 juízes federais de cada Região. Sua presidência é exercida pelo Corregedor-Geral da Justiça Federal.


 
EDUCAÇÃO SEM CULTURA...
Sevy Falcão

ImagePara os menos avisados o Brasil está transformado numa potência abarrotada de dólares e num exemplo de democracia. Para a presidenta Dilma, nunca antes na história o país esteve tão bem e preparado para enfrentar crises globais. Entretanto, a realidade é bem mais melancólica do que se apregoa. Nós atingimos o percentual assombroso de 50% de jovens na faixa etária entre 15 e 25 anos, usuários de drogas pesadas. E esses jovens são o futuro do Brasil? Estamos nos tornando um povo acomodado, sem vontade própria, de memória curta, de fácil manobra e manietado pelos poderes corruptos e viciados.

A presidenta Dilma esqueceu de dizer que a realidade do desenvolvimento humano do Brasil, no sentido negativo, transcende o imaginário. Ela omitiu na sua fala que somos os campeões do analfabetismo, da fome, da malandragem, do tráfico de drogas, da violência, da corrupção, da incompetência governamental, política e de outras mazelas sociais que seriam impossíveis enumerar. Tudo isso é a expressão mais alarmante do subdesenvolvimento cultural. E, no que concerne à cultura, o povo brasileiro está mais pobre no desempenho da sua capacidade intelectual. Nem a própria língua o brasileiro consegue aprender e falar corretamente

Para chegarmos ao patamar de uma grande nação teremos que percorrer um longo caminho. Uma grande nação só existe quando nela há qualidade de vida, quando vive um clima de respeito entre os homens, entre os homens e a coisa pública, entre o homem e a natureza. Para vivermos um grande país faltam-nos as fontes essenciais para a nossa própria felicidade. Os números envolvidos desde o ensino fundamental até o doutorado no Brasil são deveras surpreendentes, somam 55 milhões de pessoas entre estudantes e professores. Entretanto, não existe neste contingente nenhum envolvimento com música, literatura, teatro ou quaisquer outros segmentos do mundo das artes, da estética.

Não se pode pensar um país com educação sem cultura, nem a cultura sem a educação. Neste modelo que é um privilégio brasileiro é formada uma penca de profissionais nas mais variadas atividades, sem que nenhum deles tenha lido um romance, freqüentado um teatro, ido a um cinema ou se emocionado com uma música. No bojo do fenômeno, o Brasil é uma sociedade que não tem o saber e a cultura como valores, mas a educação como meio de conseguir diplomas para se obter um emprego, em detrimento da qualidade do ensino.

No Brasil, assistimos taciturnos a contaminação da verdadeira cultura artística que emana do espírito, pela proposta banal de uma pretensa manifestação eivada de vícios e propósitos subliminares. Na formação humana mais elementar, a educação sem cultura nada agrega como experiência coletiva nem alcança a plenitude como conhecimento individual capaz de fazer saber, ter discernimento para optar e ser livre. Neste país de São Saruê, como diria o meu amigo Vladimir Carvalho, ao músico resta o desalento por sua obra não chegar ao público, não emociona-lo nem leva-lo a pensar.

Numa sociedade de analfabetos institucionais que sabem ler mas não sabem pensar, o artista e a arte perdem a função, o público empobrece e estreita o horizonte da sociedade. A presidenta Dilma pode apregoar aos sete ventos que o Brasil está crescendo, desenvolvendo e até se tornando economicamente o maior do mundo. Tudo isso pode ocorrer, entretanto, a presidenta jamais poderá dizer que existe alma e emoção no nosso povo. E tudo aquilo que não tem alma nem emoção é produto da violência.

“Música é vida interior... E quem tem vida interior jamais padecerá de solidão”. (Arthur da Távola).


 
João Henrique fica fora da CCJ e entrega cargos nas comissões da Assembleia Legislativa
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O deputado estadual João Henrique (DEM) não ficou satisfeito com a indicação de Adriano Galdino para assumir a presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Assembléia Legislativa da Paraíba Ele anunciou na manhã desta quinta-feira (11), na posição de líder do Democratas na Casa de Epitácio Pessoa, que o partido vai entregar todos os cargos nas comissões da Assembleia.

De acordo com João Henrique, a indicação do nome de Adriano Galdino para a presidência da CCJ, partiu do líder do blocão, o deputado  Hervázio Bezerra. “Não podemos aceitar esta golpe com o Democratas, que é o maior partido da base de Ricardo Coutinho na Assembleia”, disse. João Henrique destacou ainda que não está rompendo com o governo, pois a eleição da CCJ é uma questão interna dos deputados.

João Henrique afirmou ainda que Hervázio Bezerra começou agindo errado na Assembleia, e que esta decisão poderá acarretar problemas internos entre ele e alguns deputados da Casa. O democrata demonstrou ainda insatisfação com o PSB, que passou a ter dois membros na comissão, já que Lea Toscano também faz parte da mesma.

Apoio de colegas
Com a indicação de Adriano Galdino para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa, um dos primeiros integrantes do DEM a partir em defesa de João Henrique foi o deputado José Aldemir. Ele destacou que o deputado que teria de ser indicado à CCJ seria João Henrique.

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