De acordo com um estudo elaborado a pedido da Prefeitura de Juazeirinho, a população urbana deste município corresponde a 9.600 habitantes, sendo que os outros 7.400 residem na zona rural. O estudo mostra que, entre a população da cidade, 54% sobrevivem na linha de pobreza. Ou seja, ganham algo em torno de R$ 70 mensais. “Lamentavelmente, essa é a mais pura verdade, pois dos 9.600 moradores da cidade, cerca de 5 mil sobrevivem com uma renda de apenas R$ 70 por mês. ora, se já é difícil passar com um salário mínimo de R$ 545, imagina com R$ 70. Mas isso é fruto de uma oligarquia de 50 anos, que governou Juazeirinho e deixou nosso município nesta situação deplorável”, afirma o prefeito, Bevilacqua Matias (PRB). O estudo foi elaborado a pedido do chefe do executivo para implantação do programa “Juazeirinho Sem Miséria” (Prato Cheio), uma espécie de Bolsa Família Municipal e que vai levar renda para aquelas pessoas que estão nesta situação e que não recebem nenhum beneficio, seja dos governos, Estadual e Federal. Pelo Prato Cheio, as famílias beneficiadas irão receberem um cartão e poderão adquirir alimentos básicos nos supermercados da cidade credenciados no programa. “O Cartão vai ser entregue às mães e elas não irão poder comprar cigarros tampouco bebidas alcoólicas e sim alimentos básicos de consumo humano. Paralelamente, elas irão ter que passar por cursos de capacitação para deixar esse estado de pobreza”, salienta Bevi. Ele acrescenta que só está esperando que o Banco do Brasil confeccione os cartões para fazer o lançamento do programa, que vai beneficiar inicialmente 200 famílias com perspectiva de alcançar 1 mil famílias até 2015. |
| As coisas da natureza, em Zabelê... |
| Radialistas e diretor de esportes recebem moção de aplausos da Câmara de Monteiro |
Em clima mais ameno, parece que o mês de Agosto reserva sessões menos conflitantes e com um clima de maior harmonia, o que já era visivelmente sentido na primeira sessão do mês na Casa José Ferreira Tomé realizada na noite desta Quinta feira. Alguns projetos apresentados como a moção de aplausos para o recém ordenado padre Naelson foram subscritos por vereadores de correntes políticas adversárias com a maior naturalidade, mostrando que o poder legislativo de Monteiro está cada vez mais maduro, e sempre atento à aprovação de projetos que são para o bem comum do povo da cidade. O radialista Edvaldo Reis recebeu moção de aplauso proposta pelo vereador oposicionista Raul Formiga, e subscrita pelos vereadores de situação Lito de Dona Socorro e Bero de Bertino que são da situação. A propositura alegava s relevantes serviços prestados pelo comunicador em seu programa radiofônico, diário debate na Imprensa exibido de segunda a sexta na rádio Comunitária de Monteiro cm índices insuperáveis de audiência. Já o radialista Fábio Brito recebeu moção de aplauso em conjunto com Wellington Quintans, ambos diretores de esportes do município, pelo trabalho na realização do Campeonato Monteirense da zona urbana encerrado no último Domingo. O Curioso é que a moção foi aprovada por 06 votos apenas dos 07 possíveis já que a vereadora Cristiane Leal alegou que não conhecia o trabalho do radialista na área de esportes. “Não posso votar uma moção de aplauso a um trabalho de uma pessoa, sem ter nenhum conhecimento deste trabalho, por isso gostaria de aprovar a moção parcialmente congratulando e reconhecendo apenas o trabalho do diretor Wellington”, solicitou a vereadora talvez por não conhecer o regimento da Casa. Alertada pelo líder da situação Bero de Bertino e pelo Presidente da mesa na ocasião, o vereador Bião Nunes, de que o regimento não permitia que seu pedido fosse atendido, a vereadora preferiu se abster da votação e não votar pela aprovação da moção. |


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